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1 de fev. de 2011

35 Razões Para Não Pecar - Jim Elliff

  1. Porque um pequeno pecado leva a mais pecados. 
  2. Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.
  3. Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.
  4. Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.
  5. Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus lideres espirituais.
  6. Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração. 
  7. Porque estou fazendo o que não devo fazer.
  8. Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser. 
  9. Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.
  10. Porque o meu pecado entristece os santos.
  11. Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.
  12. Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi. 
  13. Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.
  14. Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.
  15. Porque me arrepender do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.
  16. Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.
  17. Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.
  18. Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.
  19. Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.
  20. Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.
  21. Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.
  22. Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.
  23. Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.
  24. Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.
  25. Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.
  26. Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.
  27. Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.
  28. Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.
  29. Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.
  30. Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.
  31. Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.
  32. Porque pecar significa não amar a Cristo.
  33. Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.
  34. Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.
  35. Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

Renuncie seus direitos; Rejeite o pecado; Renove sua mente; Confie em Deus

31 de jan. de 2011

Por amor a Deus ou ao dinheiro

Das últimas vezes que preguei na igreja, o tema era sempre a responsabilidade que todos nós temos de sermos testemunhas fiéis de Cristo, às pessoas que ainda não ouviram o Evangelho.

Quando se fala sobre evangelísmo pessoal ou missões, sempre escutamos todo o tipo de argumento para justificar a omissão de cada um. A falta de tempo, a falta de conhecimento, não prioritário, é para o outro fazer, etc. Tenho certeza que você já pensou em alguma desculpa parecida.

A verdade, e única verdade, é que estamos cada dia mais parecidos com a foto aí do lado. Estamos cada vez mais para pedra do que para carne.

Embrutecidos por nosso estilo de vida, nossas necessidades a serem supridas, nossas prioridades, nossos valores, etc. Olhamos para a vida e para tudo o que temos que fazer como se tudo fosse acabar aqui mesmo. Como se nada mais é importante. É, muitas vezes, necessário um "tratamento de choque" para nos mover da nossa zona de conforto em favor do outro. Como o que ocorreu no Rio de Janeiro, por exemplo.

Mesmo assim, quando os noticiários deixam de falar sobre o assunto, nossas mentes se voltam para nossas necessidades cotidianas e pronto, embrutecemos novamente.

Eu pergunto a você, e responda rápidamente: O que é mais importante para você neste vida? Seja honesto.

Assista este vídeo, e depois responda a pergunta novamente. Eu o desafio a continuar igual.

9 de dez. de 2010

O que nos motiva a obedecer a Deus?

Tenho meditado nas últimas quatro semanas sobre a igreja de Atos, mais precisamente, a igreja dos primeiros seis anos, até o início da perseguição em Atos 8:1. Isso porque, desde meu último sermão postado aqui, "Um Chamado para Além dos Limites", tenho tido que justificar, biblicamente, algumas coisas que disse em relação à igreja de Atos ou a primeira igreja.

A questão levantada refere-se a minha afirmação de que: "a primeira igreja errou ao não cumprir com a ordem do Senhor da Igreja, o Senhor Jesus Cristo, de pregar o Evangelho em Jerusalém e fora dela". E que, como consequência, veio a perseguição, para que finalmente, ela cumprisse seu comissionamento de pregar o Evangelho para além dos muros de Jerusalém. 

Duas questões foram levantadas: Em Atos 1:8, não existe (ao menos no português) o imperativo "sejam minhas testemunhas". Portanto, não havia uma ordem a ser cumprida. 
Em segundo lugar, a culpabilidade como causa da perseguição. Esta "culpa" não está explicita no texto bíblico.

Percebam que a preocupação dos meus questionadores é legítima, visto que o texto bíblico não trazem explicitadas tais afirmações, e portanto, eu teria errado ao mencionar o que não está no texto. Eu teria apenas dado como certo o que se baseia em minha pressuposição. Esse era o papel dos bereanos. E louvo a Deus por eles hoje.

Graças a tudo isso, eu tenho pesquisado estas passagens mais a fundo com o auxílio de bons comentários, livros de bons autores e ainda, conversando com pastores com muito mais vivência e conhecimento do que eu. Aliás, aconselho a todos que sobem nos púlpitos, que gastem muito tempo nos estudos, antes de pregarem seus sermões. Não que eu não tenha feito isso! Mas cheguei à conclusão de que um pastor, se deseja ser fiel à Palavra de Deus, não pode pregar todos os domingos seguidamente, a não ser que ele se dedique só ao estudo das Escrituras. Cuidado!

Em minhas pesquisas e conversas, cheguei a duas conclusões.

A primeira, sobre a conclusão que a perseguição foi o resultado da acomodação da primeira igreja, visto que lá não está explicito tal fato! Sabendo que Deus tem o controle sobre todas as coisas, e que Ele é o Senhor da Igreja, e que a Sua vontade é que o Evangelho do Reino seja pregado em todas as nações, então a perseguição que veio sobre a igreja de Atos, estava nos propósitos de Deus.

Ela não veio por ordem do diabo, nem pelo "livre arbítrio" humano, ainda que, como consequência da livre ação dos homens! Mas, tão somente, pela vontade soberana de Deus. Somente assim a Sua Palavra seria pregada em toda a Judéia e Samaria e alcançaria os confins da terra. 

Quando o Senhor Jesus avisou a Seus discípulos de que eles também seriam perseguidos e mortos, assim como Ele mesmo o foi, Ele estava afirmando que essa perseguição faz parte dos propósitos de Deus. Temos visto na história da Igreja, que os resultados das perseguições, produz crescimento, fortalecimento e a expansão do Reino de Deus.

Sobre a questão levantada quanto à existência ou não, do imperativo na ordem de serem testemunhas em Atos 1:8, para mim ainda é claro, pois a ordem já havia sido dada pelo Senhor na Grande Comissão, e Lucas apenas estava reportando tudo o que o Senhor Jesus havia feito e falado anteriormente, durante os 40 dias que permanecera com seus discípulos, após a Sua ressurreição. Além do mais, Lucas inicia seu segundo livro afirmando que este é o relato de "tudo o que o Senhor Jesus 'começou' a fazer e realizar". O que vale dizer que o Senhor Jesus ainda continuava agindo, agora, por meio da Igreja.

No entanto, se nos detivermos tão somente neste versículo de Atos e nos esquecermos do contexto maior (a ordem dada na Grande Comissão), mesmo que o verbo não esteja no “imperativo”, veremos que o “sereis minhas testemunhas” está no “futuro do presente”. Portanto, quando o Senhor Jesus diz a eles que serão Suas testemunhas, é certo! É consequência natural, é fato consumado. Não é uma condicional, visto que o que seria necessário para testemunharem com ousadia lhes seria dado de fato.

Para o Senhor Jesus, o "ser" testemunha, está intimamente ligado ao cumprimento de Sua promessa feita antes de Sua morte, que era a vinda do Consolador, do Espírito Santo. A força, o "dunamis" indispensável para o trabalho no Reino de Deus.

A segunda conclusão que cheguei, e isso ficou muito claro em conversa com pastores e pesquisas, é que toda essa questão da "causa" da perseguição, é periférica. Portanto, não haveria razão para a discórdia.

Resta então, e tão somente, fazermos o seguinte questionamento: "O que motivou a primeira igreja a testemunhar em Jerusalém e fora dela? O Poder que lhes tinha sido dado ao cumprir-se a promessa de Jesus em enviar o Espírito Santo? Ou a Perseguição?"

Então meus irmãos, o que nos motiva a obedecer a Deus?
- O Seu amor por nós?
- O Seu perdão pelos nossos pecados?
- A Sua misericórdia?
- A Sua mão sobre nós?
- As provações?
- As dificuldades da vida?

Acho que vale a pena refletirmos sobre isso.

Peço perdão ao Senhor e aos irmãos por falar baseado em minhas motivações, por tentar enxergar o que não é claro e por dizer o que não me foi autorizado a dizer.

Ainda assim, vejo uma igreja acomodada, envolta em seus sistemas e métodos humanos, e desalinhada com a simplicidade do Evangelho. Todos nós carecemos de  retornar à Sã Doutrina e à obediência.

Um forte abraço a todos.
Pr. Menga

17 de nov. de 2010

Líderes não são maiores do que a graça de Deus

"Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia".

Ah, se todos nós, que somos considerados líderes, tirássemos as nossas máscaras e vivêssemos o discipulado em sua forma simples e bíblica. Ah, se abríssemos mão de certos caprichos, vaidades, presunção, arrogância, orgulho, farisaísmo, ostentação e viéssemos para a planície. Quanto ganhariamos! E a igreja também! Não generalizo, mas uso a linguagem da inclusão ao pensar que muitos de nós estamos de fato incorrendo nessa gravíssima falha. Sei que o desenvolvimento pessoal é parte do nosso crescimento. Mas considerar tudo o que conquistamos como esterco (tem lá o seu valor) é um dos princípios da vida cristã. 

O que está em cena, aqui, não são as nossas conquistas em si mesmas, mas o pedestal, a glória humana, a fantasia, a hipocrisia, o aplauso e a consequente perda de referenciais. Achar que somos tudo, quando, na verdade, nada somos. Ou passar uma falsa humildade, que, no fundo, pretende que as pessoas olhem para nós e digam: "vocês são mesmo os tais!" Esse é o cerne. Quantas vezes pregamos e, ao final, nos sentimos frustrados, quando as pessoas não nos procuram para "elogiar" a nossa pregação! Quantas vezes chegamos de propósito atrasados ao culto para que a assistência nos olhe com admiração e, se não pode falar alto, pelo menos pense ou cochiche: "Está chegando o pregador!" Esse é o ponto. 

Infelizmente, trazemos para a nossa realidade da fé um pouco (ou muito?) da herança católica que faz o povo olhar para os seus líderes como infalíveis. Estes, por sua vez, vestimos a farda com muita facilidade. A partir disso, passamos a ser os reis da cocada preta (sem racismo, por favor. Pode ser branca também!). Até na forma de andar, gesticular ou fazer alguns trejeitos, expomos a aura da infalibilidade que tanto massageia o nosso ego. Não conseguimos ser simples, e, se tentamos aparentar simplicidade, fazemos de maneira tão afetada que logo transparece a prepotência. Como neste conhecido bordão: "Fulano é tão humilde que tem orgulho da sua humildade".

Só que a casa cai. Não há arrogância que dure para sempre. De tempos em tempos, para a nossa tristeza (e também aprendizado), surge uma nova notícia, dando conta do fracasso de um líder, que muitos o tinham como o grande referencial e o tratavam, não com o respeito que todos merecem, mas com idolatrada veneração. Podemos chegar a este ponto, quando perdemos os nossos limites. Quando achamos que não temos de prestar contas a ninguém. Quando nos colocamos no pedestal acima dos "simples mortais". Quando não nos reconhecemos como o principal dos pecadores, à semelhança de Paulo. Quando deixamos de olhar as "nossas justiças como trapos da imundícia". Quando achamos que somos maiores do que a graça de Deus. Quando o pecado torna-se apenas um detalhe que não nos importa em nosso dia a dia. Quando, por confiar em nossa autossuficiência, não buscamos ajuda em nossos momentos de fragilidade.

Creio que Deus permite a exposição de alguns dentre nós, trazendo à tona todos os apetrechos escondidos no seu coração, para que o povo perca essa visão "divinizada" da liderança, e nós, que somos tidos em tal condição, possamos humildemente dizer como João Batista: "É necessário que ele cresça e que eu diminua", ou como Paulo: "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" Ao contemplarmos tais situações, por outro lado, nossa atitude deveria ser a de vestir-nos de sacos e assentar sobre as cinzas para chorar os nossos pecados pessoais e coletivos, orar pela restauração de quem está sendo tratado pelo Senhor e, com inteireza de coração, nos expormos aos braços amoráveis do Pai para deixar de ser sustentados pelas nossas próprias pernas.

Líderes são necessários na igreja desde os primeiros dias do Cristianismo. Atos dos Apóstolos descreve a sua existência. As epístolas tratam de forma clara o assunto. Mas não formam casta especial. Privilegiada. Com alguns galões que possam distingui-los dos demais crentes em sua relação com Deus. Não são pequenos deuses para ser glorificados pelos homens. São modelos, inclusive na fraqueza, para que possam pelo exemplo mostrar aos que lideram, no mesmo nível, que só pela graça - unicamente e apenas pela graça - sem qualquer outro privilégio, podem superar as falhas e buscar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. E aí todos saberão que ninguém é melhor do que ninguém ou ocupa lugar especial à direita ou a esquerda do trono de Deus.

Somos humanos, fracos, faliveis, necessitados, dependentes, incapazes em nós mesmos, para os quais o Senhor, que enfrentou todas as nossas fraquezas em sua humanidade, pode dizer: "A minha graça te basta".
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Texto gentilmente cedido pelo autor, Pr. Geremias do Couto - http://geremiasdocouto.blogspot.com/2010/11/lideres-nao-sao-maiores-do-que-graca-de.html

13 de out. de 2010

Tiririca, graças a Deus

Um querido irmão de Manaus, reformado dos bons, e grande escritor, postou em seu blog "Através das Escrituras", este texto que considero não somente biblicamente embasado, mas centrado na Soberania de Deus.

Lamentavelmente, a igreja brasileira de modo geral, está vivendo à sombra do medo, e não à sombra do Deus, criado e sustentador de todas as coisas. E se esqueceu que a Palavra de Deus se cumprirá em Sua totalidade.

É lógico que nós, cristãos, cidadãos brasileiros, ainda que peregrinos nesta terra, temos que nos posicionar diante de toda a impiedade e imoralidade que temos visto à partir da classe política deste país.

E uma das maneiras de nos posicionarmos, é nas urnas com um voto correto. Não podemos mais aceitar e seguir os líderes evangélicos que se alinham à politicagem, apenas pelas benesses passageiras, fruto das promessas de homens inteiresseiros.

Bem, segue aqui o texto do meu amado irmão Paulo Brasil, "Tiriríca, graças a Deus".
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Li vários textos a respeito do fenômeno Tiririca e seus desdobramentos “desagradáveis”. Todos os que li traziam, mesmo que em blogs cristãos, forte teor cívico e nada mais. Um misto de lamúria e revolta para com os “ignorantes e despolitizados” e indisfarçável descriminação.

Soam como balido de ovelhas, como Saul pensam-se mais justos que o Senhor.

Confesso que não li tudo que tive acesso, mas em nenhum texto percebi o uso das Sagradas Letras para alicerçar a tese, eram palavras sobre palavras, o derramar de corações inconsoláveis.

Entre muitos textos que estabelecem o caráter do nosso tempo, um em especial vem sempre a minha mente:
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes”. ( 2 Tm 3.1-5)
São vozes dos céus, falam com sabedoria eterna: “Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis”. O que os santos do Senhor podem esperar sob a prolatada sentença? Não esperaria eu a corrupção crescente, a decadência moral – inclusive da Igreja?

A Palavra que se cumpre, por isto lamentaria, ou como muitos se revoltariam, por tal? Onde foram forjadas nossa consciência e nosso coração? Foram nas urnas ímpias espalhadas por este país, ou pelo Senhor dos céus, terra, mar e ar?

Por que o lamento ante a aprovação do aborto? Casamentos homossexuais? Já a promiscuidade grassa por toda a terra, existem milhões de casamentos realizados sob às bênçãos de satanás, dentro do romanismo, espiritismos, TJ, adventismos do 7ºdia etc. Por que a oposição, o espanto?

Há dolo e torpeza no uso perverso das massas religiosas para promeverem os evangélicos em suas sanhas políticas. Que restaria a esses apóstatas que não os prazeres transitórios do pecado?

Roubam em tudo, em nome do Senhor!

Tenhamos a certeza dos tempos difíceis e piores virão.

Que saiam todas as vozes das profundezas do inferno e se banqueteiem em suas escolhas humanas. Digladiem-se, ofendam-se nesse torneio de soberba e sabedoria carnal. O Senhor de todos os destinos falou e assim se cumprirá. Intentaria eu contra o TODO-PODEROSO?

A igreja moderna abandonou as profecias, relegou a Palavra, enterrou-se no mundo.
Afirma crer em um Deus soberano, entretanto nega-lhe o poder, ousa construir um novo destino para o mundo. Discursa palavras vindas de seu próprio coração, fala de dentro de si mesma.

Que venham os inimigos internos, os externos, os falsos irmãos, arrigimentem todos os demônios, que venham as dores, a exclusão, a humilhação, até prisões.
Soltem as vozes os profetas do engano, pois o juízo lavrado não tarda.
Como peregrino, não fincarei minha tenda nesta terra, minha pátria não é aqui.

A graça do Senhor consola o santo: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele”(Fl 1:29).

Duvidaria eu do Senhor, que as portas do inferno não prevalecerão contra Sua Igreja? Se a apostasia preanuncia a vinda do meu Deus, que a apressem. Venham, pois todos os tiriricas e seus pares, também seus algozes. Sei, apenas cumprem a poderosa e infalível vontade do Altíssimo.

Foge também deste é a exortação. E isso faço, deste mundo com seus negócios, fugirei de suas astúcias, de suas sutilezas; proclamarei meu Senhor:
"Regozijem céus, obedeçam terra, revoltem-se cegos, pois o mandamento eterno do Altíssimo se cumpre diante de nossos olhos, é o nosso tempo".

A Ele, honra, louvor e glória eternamente.
 
Por Paulo Brasil
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3 de set. de 2010

O HOMEM, ESTE SER ESTRANHO

day-one-creation-of-man-by-lesterHá muito tempo que sou forçado a conviver com uma espécie de ser bem estranha, difícil e em extinção. Diga-se de passagem, que esta espécie em particular, diferentemente de outras existentes neste mundão criado por Deus, está em extinção por sua própria iniciativa. 


O uso constante da violência, da maldade, da intolerância, do orgulho, do preconceito, do egoísmo, da corrupção, apenas algumas das características desta espécie, têm sido a razão de sua rápida extinção.

Sua expectativa de vida, apesar de ter aumentado com o passar dos séculos, se vê em constantemente ameaça diante de muitas doenças novas, trazendo transtornos e inesperada reviravolta da sua qualidade de vida. 

Quando envelhece, é abandonado pelos seus. Quando jovem, é deixado à própria sorte. Seus vínculos familiares, são extremamente frágeis. E a sua passagem por este mundo, é marcado pela destruição da natureza.

Quando aprende alguma coisa, se acha melhor que o outro. Não têm paciência para ouvir e só quer falar. E quando fala, acha que ninguém sabe mais que ele. Se é inteligente, é também orgulhoso, e não tem paciência com quem não o é. Como se fosse por puro mérito!

Este ser estranho, é o HOMEM. 

Às vezes engraçado, às vezes mau humorado. Às vezes bonito por dentro, mas também, muito feio. Às vezes abnegado, na maior parte, egoísta. Capaz de grandes realizações, mas incapaz de atos simples como dar de comer à quem não tem nada.

Mas de que é feito este ser tão complexo? De ouro? De prata? De níquel?
Faça assim, misture os seguintes ingredientes:

40 litros de água,
20 quilos de carvão,
04 litros de amônia,
1 quilo e meio de cálcio,
800 gramas de fósforo,
250 gramas de sal,
100 gramas de enxofre,
80 gramas de salitre,
50 gramas de magnésio,
08 gramas de manganês,
02 gramas de alumínio,
20 centigramas de arsênico (algumas pitadas).

Contém ainda traços de chumbo, cobre, iodo, cario e bromo.
Misture tudo isso, bem misturado, e você obterá uma massa de muito mau cheiro!

Mas ainda falta um componente muitíssimo importante. Para que esta massa se transforme em algo mais que uma massa mal cheirosa, falta o “Folego de vida”, que só pode ser acrescida por Deus (Salmo 139:15-18). 

HOMEM, atente para o fato que você não passa de uma massa mal cheirosa,sem a intervenção de Deus. Sem Deus você está em extinção, sem esperança e nu! Sem Deus, não existe conhecimento, não existe inteligência, não existe sabedoria. A vida sem Deus, é passageira, é como vento, é como palha seca!

Com Deus, é pouco menor que os anjos, e nem por isso se acha melhor que ninguém. É capaz de se dar, se entregar, se doar, por amor! Sua força, sua capacidade, sua inteligência, vem de Deus. Sabe que de Deus vem, todo dom e talento. É feliz, ama a vida, ama a natureza, ama o próximo.

Com Deus, este ser estranho, complexo e difícil, é como um livro aberto, e nada fica encoberto.